Sintra
A chuva que cai em mim, límpida, leve e fria, cai como há muito eu queria. Escorre pela pele, entra pelos poros e entranha-se no meu corpo, por dentro, bem dentro, bem fundo, nas entranhas. Limpa o corpo e a alma fugidia. A chuva que cai em mim, gota a gota, sabe bem e arrepia.